Ir para o conteúdo Ir para o menu principal

Luiz Alberto

Depois da tempestade, a calmaria.

Ajude-nos a contar mais histórias como estas. Faça uma doação

O ano de 2012 não foi nada fácil para Luiz Alberto. Com a diabetes fora de controle, o vendedor aposentado já vinha perdendo a visão aos poucos, até que um derrame ocular o deixou cego.

Pouco tempo depois, sua esposa faleceu após uma dura batalha contra o câncer, justo quando a filha mais velha estava prestes a ganhar a primeira neta da família. Parecia que o mundo havia desabado sobre suas costas.

Nos anos seguintes Luiz se submeteu a diversos tratamentos para tentar recuperar parte da visão, mas já estava cansado. Nada adiantava. Às vésperas de mais uma cirurgia, ele teve uma conversa franca com seu oftalmologista.

“Doutor, seja sincero: meu caso ainda tem jeito?”

O médico alertou que as chances eram muito pequenas e, pra piorar, o procedimento poderia afetar seu nervo ótico, o que lhe causaria fortes dores no futuro.

“Desisti da cirurgia e decidi aceitar que estava definitivamente cego, e então o oftalmologista me disse: aqui está o endereço e telefone da Fundação Dorina Nowill para Cegos. Eles vão te ajudar a seguir em frente!”, conta Luiz.

Descrição da imagem: foto de Luiz e Fabrizzio caminhando por uma calçada. Eles estão sorrindo. Luiz usa bengala e olha em direção ao chão. Ao lado esquerdo há uma rua com alguns carros estacionados e uma faixa de pedestres. Fim da descrição.
Luiz tem aulas de Orientação e Mobilidade com o professor Fabrizzio para reaprender a andar sozinho

Foi aí que ele iniciou sua reabilitação. Luiz passou a receber atendimento psicológico, terapia ocupacional e aulas de mobilidade para reaprender a viver com autonomia e segurança. Tudo isso gratuitamente!

Finalmente, depois de enfrentar um longo período de tempestades, agora Luiz está começando a encarar a vida com disposição e alegria novamente! Voltou a namorar, a sair com os amigos, a tocar sua velha guitarra… Aliás, há pouco tempo  ele  realizou o sonho de assistir de pertinho algumas de suas bandas preferidas, como The Who, Rolling Stones e Paul McCartney, seu maior ídolo – “depois de John Lennon, é claro”, completa o beatlemaníaco.

Os olhos de Luiz só ficam marejados quando fala da neta Manuela, hoje com 5 anos. “Ganhei uma pequena assistente para me ajudar na reabilitação. Ela adora me guiar em casa e me descrever todas as cores do mundo! Sou um abençoado!”, diz.

Luiz perdeu a visão, mas voltou a enxergar o lado bom da vida ao lado da família e dos amigos que o amam! E como diz a letra de Let it be, um dos maiores sucessos do quarteto de Liverpool, que virou seu lema de vida:

“E quando a noite está nublada,
ainda há uma luz que brilha em mim”

 

Faça parte!

Há muitas outras pessoas como o Luiz precisando da nossa ajuda para superar os desafios da cegueira.
Quer saber como ajudar? Deixe seu telefone AQUI e ligamos para você, ou faça uma doação online e financie nosso trabalho!

Para conhecer mais histórias de vida acesse nosso acervo